
O candidato do PSOL, Tárcio Teixeira, foi o quarto a fazer o questionamento no programa Rádio Verdade da Arapuan FM, nesta segunda (22) e escolheu o candidato Antonio Radical (PSTU) para fazer uma troca de ideias e promover seus planos de governo.
Antes de se dirigir ao candidato, Tárcio alfinetou a ‘guerrinha’ entre Cássio e Ricardo e pediu que a população não escolha o menos pior, levando a frase da candidata a presidente do partido, Luciana Genro, que a população vote no melhor.
Teixeira questionou Radical sobre seu plano de governo para a mobilidade urbana. Após discorrer a respeito da estatização do sistema de transporte coletivo, o candidato do PSTU afirmou que é a favor da construção de um metro na cidade de João Pessoa, destacando, inclusive que já existem projetos nas universidades que provam ser viável esse meio de transporte.
Radical criticou o modelo vigente afirmando que favorece ‘mais os empresários que o povo’. Ele destacou o passe livre para estudantes e desempregados, a criação de ciclovias e ciclofaixas, estruturação da mobilidade urbana e concreta a serviço do povo, além da tarifa social.
Teixeira também seguiu na mesma linha falando que o projeto do metro para João Pessoa já havia sido apresentado anteriormente pelo candidato do PSOL, Avenzoar Arruda, e destacou a ‘visão de futuro do partido’. Ele comentou que quer criar a Empresa Paraibana de Transporte Público e viabilizar o metro.
O candidato ainda criticou as ‘privatizações’ feitas por Cássio na Celbe e Ricardo no Trauma, além de colocar Vital também no meio. Ele ainda colocou a questão da licitação das rodoviárias de João Pessoa e Campina Grande, do qual ele é alvo de um processo por ter ‘atrapalhado’ a negociação. Tárcio falou que está sendo cobrada uma taxa muito alta e encerro criticando o governador por ter duas leis de passe livre que não foram implementadas no estado.
Na tréplica, Radical continuou falando de seu plano de governo destacando que vai instituir o passe livre a partir de 2015 e também falou de uma estatal nos transportes que rompa com o ‘elo dos empresários’.




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