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11 de outubro de 2014

Barrado no Forrock, Veneziano sofre outro constrangimento com RC


Veneziano e Ricardo02
Não foi a primeira vez que o deputado eleito Veneziano passou constrangimentos com o governador Ricardo Coutinho, como o fato de ter sido barrado no evento com a presidente Dilma, na noite desta quarta-feira (dia 8), no Forrock. Em outras oportunidades, Ricardo impôs ao peemedebista igual ou maior humilhação.
Após a eleição de 2004, quando se elegeu prefeito de Campina Grande, Veneziano veio a João Pessoa, acompanhado de seu irmão Vital, para uma visita a Ricardo, que tomara posse dias antes como prefeito. Os dois tomaram um chá de cadeira de duas horas, na antessala e então decidiram dar um tempo e “voltar em outra hora”.
Depois, já eleito governador, Ricardo aplicou outro chá de cadeira no então prefeito Veneziano, no Palácio da Redenção. E quanto enfim a audiência ocorreu, Ricardo passou um pito publicamente em Veneziano, a quem acusou de aplicar mal os recursos da saúde em Campina Grande. O episódio repercutiu em toda Paraíba.
Na noite dessa quarta, Veneziano foi ao Forrock para participar do evento com a presidente Dilma e do governador Ricardo Coutinho, para sacramentar publicamente a adesão do PMDB ao seu projeto de reeleição. E foi barrado quando pretendia subir ao palco, onde se encontravam seu irmão, o senador Vital Filho, e sua mãe, a deputada Nilda Gondim. Chegou a ser empurrado, inclusive, por uma militante do PT. Humilhado, resolveu ir embora.
Resumo da ópera: não começou bem a aliança de PMDB e PSB/PT. Aliás, o clima já não era bom desde a reunião pela manhã, quando o partido decidiu oficializar apoio à reeleição de Ricardo Coutinho, com a presença do vice-presidente Michel Temer. O deputado Raniery Paulino, o único estadual presente, deixou o local, ao saber que RC estava chegando ao local.
Seu pai, Roberto Paulino, ex-candidato a vice de Vital Filho, nem chegou a ir. Na sequência, os deputados Manuel Júnior, Márcio Roberto e Trócolli Júnior anunciaram que não iriam seguir com a orientação do PMDB. Estavam determinados a votar em Cássio Cunha Lima. Gervásio Filho ainda não se posicionou publicamente, mas sabe-se de sua resistência à aliança com Ricardo Coutinho.
O deputado Hugo Mota anunciou que não votará no governador. Prefere a neutralidade. A deputada Olenka Maranhão também já sinalizou que não segue com Ricardo. Vai seguir com o irmão, Benjamim, que está aliado do tucano Cássio. Pelo visto, ficam apenas o senador eleito Zé Maranhão, o senador Vital, o deputado eleito Veneziano, sua mãe, a deputada Nilda, e o deputado eleito Nabor Wanderley.

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